"Parabéns pela escolha do seu tema, Gabriela. Me parece ser um caminho sem volta a necessidade de regulação do assunto, embora seja extremamente complicado. Por exemplo, apesar existirem relacionamentos paralelos, o/a cônjuge fiel não pode ter seu patrimônio/planejamento prejudicado com algo que não tinha ciência, ainda mais se houve os resguardos de praxe (celebração de matrimônio em cartório, etc.). Enfim, um grande tema para discussão e aprofundamento."
Enviada em 27/10/2022 às 18:44:03 horas.
RESPOSTA DO AUTOR:
"Boa noite! Obrigada pela reflexão. Também acredito que diante de tantas mudanças que ocorrem em nossa sociedade, o Direito não consegue acompanhá-la de forma rápida. Diante disso, a fim de evitar que alguns direitos possuam a proteção jurídica, é imprescindível a reflexão e o aprofundamento acerca dos princípios que são a base de nossa Constituição. Apenas uma observação: No caso da família poliafetiva todos os membros que compõem este núcleo familiar possuem ciência, aceitam e se relacionam entre si, trocando afetos."
Respondida em 27/10/2022 às 21:10:04 horas.