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| COLANGITE AGUDA E COLEDOCOLITIASE: ESTRATÉGIAS CIRÚRGICAS E ENDOSCÓPICAS | |
| 1SOPHYA SOUZA TOSCANO, 2GIOVANNA DE LIMA TAMIOSO, 3TAYNARA DE OLIVEIRA ROCHA, 4PAULO ROBERTO SCARPANTE | |
| 1Acadêmico do PIC/UNIPAR 2Acadêmica do Curso de Medicina da UNIPAR 3Acadêmica do Curso de Medicina da UNIPAR 4Docente da UNIPAR |
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| Introdução: A coledocolitíase é uma condição onde há presença de cálculos no ducto biliar comum, podendo ser classificada como primária e secundária de acordo com o seu ponto de origem. A coledocolitíase primária surge inicialmente no ducto biliar comum já a secundária os cálculos surgem na vesícula biliar e migram para o colédoco. (Nabor, Inglês,2025). Trata-se de uma condição de significativa importância clínica, visto que a obstrução das vias biliares pode desencadear complicações potencialmente graves, como colangite e pancreatite aguda biliar, que de,anda, intervenção imediata a fim de evitar desfechos desfavoráveis ao paciente.( Dayrell,2025) Objetivo: Este trabalho tem como objetivo evidenciar as principais intervenções cirúrgicas e endoscópicas como estratégia de tratamento da coledocolitíase. Buscando compreender e sintetizar os principais achados científicos sobre o tema abordado. Desenvolvimento: Os estudos esclareceram que a intervenção no quadro do paciente que apresenta coledocolitíase, tem como opção a colangiografia retrógrada endoscópica ( CPRE ) para remoção dos cálculos biliares, além da exploração laparoscópica transcística com lavagem da via biliar. (Dayrell,2025). Entretanto, em contexto de emergência a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) seguida de colecistectomia laparoscópica, se torna inviável, principalmente em unidades hospitalares que o serviço endoscópico, não fornece serviço integral, com isso a intervenção cirúrgica por meio da exploração laparoscópica da via biliar ( ELVB) se torna eficiente e resolutiva para essa problemática.( Dayrell,2025) Além disso, foi evidenciado que pacientes que apresentam baixo risco devem ser submetidos a colecistectomia videolaparoscópica sem exames adicionais, já aqueles com risco intermediários, deve ser solicitados exames pré-operatórios, como colangiopancreatografia por ressonância magnética ( CPRM) e ultrassom endoscópico ( UE), ou intraoperatórios, como colangiografia intra operatória ( CIO ) e ultrassom laparoscópico ( UL ), para pacientes que apresentam alto risco devem ser submetidos a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica ( CPRE ) pré-operatória. ( Nunes,2024). Conclusão: A coledocolitíase configura-se como uma condição de elevada relevância clínica, devido ao risco de complicações graves, como colangite e pancreatite aguda biliar, que exigem diagnóstico precoce e intervenção terapêutica imediata. A revisão evidenciou que as principais estratégias de tratamento envolvem tanto abordagens endoscópicas, quanto cirúrgicas, com escolha dependente do quadro clínico e dos recursos disponíveis em cada instituição. Os estudos analisados destacam que a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) associada à colecistectomia laparoscópica representa o método mais utilizado e eficaz para remoção dos cálculos e redução das complicações. Contudo, em contextos emergenciais ou em hospitais sem serviço endoscópico integral, a exploração laparoscópica da via biliar (ELVB) mostra-se uma alternativa segura, eficiente e resolutiva. Além disso, observou-se que a estratificação de risco pré-operatória é fundamental para definir a conduta terapêutica. Pacientes de baixo risco podem ser encaminhados diretamente à colecistectomia videolaparoscópica, enquanto aqueles com risco intermediário devem realizar exames complementares, como a colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM), o ultrassom endoscópico (UE) ou a colangiografia intraoperatória (CIO). Já nos casos de alto risco, a CPRE pré-operatória é indicada como etapa inicial do manejo. Portanto, conclui-se que a integração entre as técnicas cirúrgicas e endoscópicas proporciona os melhores resultados clínicos, com menor taxa de complicações e maior segurança ao paciente. O manejo individualizado, aliado ao uso racional dos recursos diagnósticos e terapêuticos, constitui a base para um tratamento eficaz e de excelência nos casos de coledocolitíase. |
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| Referências: DAYRELL, Sophia Perrupato et al. Exploração de via biliar na urgência: segurança, técnica e aplicabilidade clínica. Brazilian Journal of Residency & Medical Education, v. 1, n. 1, 2025. https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/bjrme/article/view/79874/55079 DE OLIVEIRA NUNES, Raissa Martins et al. Avanços e desafios nos métodos diagnósticos da coledocolitíase aguda: uma investigação aprofundada. Periódicos Brasil. Pesquisa Científica, v. 3, n. 1, p. 11-18, 2024. https://periodicosbrasil.emnuvens.com.br/revista/article/view/5/7 NABOR, Alan de Castro; INGLÊS, Leonardo Martins Aboim. Coledocolitíase. 2025. 142 - 145 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Alagoas, 2023. Trabalho publicado como capítulo 28 do livro: Urgências e emergências médicas. São Paulo, Sarvier, 2023 https://www.repositorio.ufal.br/bitstream/123456789/15472/1/Coledocolit%c3%adase.pdf |
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