IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS  DE ENFERMAGEM SOBRE OS  RECÉM-NASCIDOS PORTADORES DE MALFORMAÇÃO CONGÊNITA  
1AMANDA PARDINHO SOARES, 2LETICIA GUETTER, 3ALUANA MORAES
1Graduanda de Enfermagem da Universidade Paranaense- UNIPAR
2Acadêmica do Curso de Enfermagem da UNIPAR
3Docente da UNIPAR
Introdução: As malformações congênitas podem ter causas diversas como as que são causadas por genética, anomalias cromossômicas, genes mutantes  ou de causas desconhecida mas a maioria de casos podem estar associados, com as infecções perinatais, idade materna e uso de drogas durante o período de gestação (DIAS et al., 2007). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), situa que as malformações congênitas mais comuns são as cardiopatias congênitas, alterações na estrutura do coração (BRASIL, 2025). O papel do profissional de saúde durante os cuidados com esses recém-nascidos (RN) com malformações congênitas são essenciais para enfrentamento dessas anomalias, buscando sempre a qualidade durante a assistência (SANTOS et al., 2005).
Objetivo: Analisar na literatura a importância do conhecimento dos profissionais de enfermagem sobre a assistência ao recém-nascido portadores de malformações congênitas.
Desenvolvimento: A assistência de enfermagem durante os cuidados com os recém-nascidos portadores de malformação deve ser respaldada em fundamento científico e técnico, assim sendo, um cuidado de qualidade e com resultados benéficos para o paciente (PEREIRA et al., 2021). Durante o cuidado com os pacientes com malformação o enfermeiro além do cuidado com o paciente durante a assistência o profissional demanda de um olhar de sensibilidade para a família em conjunto com a equipe multidisciplinar (SANTOS et al., 2005). No âmbito da assistência, torna-se necessário considerar os impactos que as anomalias congênitas podem ocasionar na família, como sentimentos de insegurança, medo e vulnerabilidade. O enfermeiro ao reconhecer essas fragilidades, deve atuar de forma a promover o acolhimento, disponibilizar informações claras e favorecer a construção de um vínculo de confiança entre equipe de saúde e família (BOLLA et al., 2013). Às consultas de enfermagem até mesmo durante o período gravídico da mulher é extremamente essencial, sendo realizado acompanhamento desde o primeiro resultado dos exames, até após a chegada do recém-nascido, sendo possível um planejamento eficaz para a chegada do RN, com uma equipe multidisciplinar qualificada para atender as intercorrências que poderão ocorrer durante o nascimento (PEREIRA et al., 2021).
Conclusão: Os profissionais de enfermagem são essenciais para realização do cuidado com o RN e com as famílias, sendo esse cuidado com suporte científico e técnico, um olhar de sensibilidade para as famílias, buscando sempre a melhor forma de atender a demanda com qualidade e um olhar humanizado com os recém-nascidos.
Referências:
BOLLA, B. A. et al. Cuidado da criança com anomalia congênita: a experiência da família. Nursing, v. 17, p. 284–290, 1 jun, 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Anomalias congênitas. 2025. Disponível em: . Acesso em: 5 set. 2025. 
DIAS, I. M. Á. V. et al. Os profissionais de enfermagem diante do nascimento da criança com malformação congênita.Nursing v.79 n.1, 2007.
PEREIRA, A. S. J. et al. Atuação da enfermagem no planejamento da assistência ao recém-nascidos com anomalias congênitas. Nursing, v. 24, n. 283, p.622-6631, 2021. 
SANTOS, R. DA S.; DIAS, I. M. V. Refletindo sobre a malformação congênita. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 58, n. 5, p. 592–596, out. 2005.