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| DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE DE BEBIDA FERMENTADA DE PITAYA VERMELHA COM LEVEDURA PROBIÓTICA Saccharomyces Boulardii | |
| 1DANIELI FERREIRA ONORIO, 2SUELEN PEREIRA RUIZ HERRIG, 3ROSILEY BERTON PACHECO, 4MARCELA MOREIRA TERHAAG, 5ODAIR ALBERTON | |
| 1Mestranda do Programa em Biotecnologia Aplicada à Agricultura, Universidade Paranaense - UNIPAR 2Docente do Programa em Biotecnologia Aplicada à Agricultura, Universidade Paranaense - UNIPAR 3Docente da Universidade Paranaense - UNIPAR 4Docente do Instituto Federal do Paraná - IFPR, Campus de Umuarama 5Docente do Programa em Biotecnologia Aplicada à Agricultura, Universidade Paranaense - UNIPAR |
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| Introdução: A crescente demanda por alimentos que, além de nutrir, ofereçam benefícios à saúde tem incentivado o desenvolvimento de produtos com propriedades funcionais (Nunes et al., 2022). Neste contexto, o presente estudo propõe a elaboração de uma bebida fermentada à base de pitaya vermelha (Hylocereus costaricensis), utilizando a levedura probiótica Saccharomyces boulardii como agente fermentador. O objetivo é desenvolver um produto com qualidade microbiológica, estabilidade físico-química e boa aceitação sensorial, explorando o potencial funcional da fruta e a viabilidade da levedura em uma matriz não láctea. A pesquisa também visa contribuir para a inovação em alimentos funcionais, promovendo o uso de ingredientes regionais e alternativas saudáveis ao consumidor. Objetivo: Desenvolver uma bebida fermentada à base de pitaya vermelha com S. boulardii, avaliando suas propriedades funcionais, microbiológicas, físico-químicas e sensoriais, visando à obtenção de um alimento com potencial funcional e boa aceitação sensorial. Desenvolvimento: A bebida será preparada a partir da homogeneização da polpa de pitaya vermelha com água potável e sacarose, seguindo proporções padronizadas. A mistura será inoculada com S. boulardii e fermentada sob condições controladas de temperatura e tempo (Terhaag et al., 2025a, b). Serão avaliados parâmetros físico-químicos (pH, teor de açúcares, compostos fenólicos, ácidos orgânicos e flavonoides), microbiológicos e sensoriais (cor, aroma, sabor, textura e aceitabilidade), conforme metodologia adaptada de Terhaag et al. (2025a, b). Conclusão: Espera-se que a bebida fermentada apresente segurança microbiológica, estabilidade físico-química e boa aceitação sensorial. A levedura S. boulardii deverá manter sua viabilidade durante a fermentação e o armazenamento, preservando os compostos bioativos da pitaya vermelha, como antioxidantes. Com base em estudos anteriores (Terhaag et al., 2018, 2020), acredita-se que a formulação terá potencial funcional, contribuindo para novas aplicações de S. boulardii em matrizes não lácteas e valorizando o uso de frutas tropicais brasileiras em produtos inovadores e comercialmente viáveis. |
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| Referências: NUNES, D. N. dos; PIO, L. A. S.; FALEIRO, F. G. (Orgs.). Pitaya: uma alternativa frutífera. Brasília, DF: ProImpress, 2022. 66 p. TERHAAG, M. M. et al. The probiotication of a lychee beverage with Saccharomyces boulardii: an alternative to dairy-based probiotic products. Foods, v. 14, n. 2, 156, 2025a. DOI: https://doi.org/10.3390/foods14020156. TERHAAG, M. M. Desenvolvimento de bebidas funcionais de lichia e erva-mate. 2019. Tese (Doutorado em Ciência de Alimentos) — Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 26 fev. 2019. Disponível em: http://bdtd.unicentro.br:8080/jspui/handle/jspui/2001. Acesso em: 18 jul. 2025. TERHAAG, M. M.; COSTA, D. G. da; MENDONÇA, C. de A. Desenvolvimento de bebidas probióticas não lácteas adicionadas de Saccharomyces boulardii: situação atual e perspectivas. Research, Society and Development, v. 9, n. 12, e17491211031, 2020. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v9i12.11031. TERHAAG, M. M.; PRUDÊNCIO, S. H.; GARCIA, S. Bebida probiótica de lichia e seu processo de produção. Londrina: Universidade Estadual de Londrina – AINTEC, 2018. TERHAAG, M. M.; SPINOSA, W. A.; PRUDÊNCIO, S. H. Probiotic lychee wine fermented by Saccharomyces boulardii: addition influence of yerba mate on physicochemical and sensory characteristics. Journal of Food Science and Technology, v. 62, n. 5, p. 976–988, 2025b. DOI: https://doi.org/10.1007/s13197-024-06089-8. |
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